Ministério lança Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais

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O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde aprovou o Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais em Adultos e Crianças.
O documento – a ser implantado nos serviços de saúde públicos e privados – foi elaborado por uma equipe de especialistas da área e contou também com sugestões por meio de consulta pública.

De acordo com o ministério, as informações contidas no documento padronizam a realização de testes laboratoriais de forma a subsidiar os gestores na construção customizada de uma resposta efetiva ao agravo, ajudando no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ao recomendar o uso adequado dos exames laboratoriais, as orientações contidas no manual possibilitam, além de um diagnóstico seguro ao indivíduo, evitar desperdícios de recursos públicos, sejam eles do nível municipal, estadual ou federal.

As hepatites virais constituem atualmente uma relevante questão de saúde pública no Brasil e no mundo – distribuindo-se de maneira universal, atingindo vários segmentos da população e causando grande impacto de morbidade e mortalidade em sistemas de saúde como o SUS.

O diagnóstico preciso e precoce desses agravos permite um tratamento adequado e impacta diretamente a qualidade de vida do indivíduo, sendo ainda um poderoso instrumento de prevenção de complicações mais frequentes como cirrose avançada e câncer hepático.

Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), essas orientações certamente ajudarão os médicos na indicação de exames, na discussão dos métodos preventivos e na indicação de tratamento, quando pertinente.

Nesse mesmo sentido, o CFM aprovou recentemente a Recomendação 02/2016, para que o médico, nas consultas, oriente o paciente, conforme o caso, sobre a necessidade, oportunidade e conveniência da realização de exames de hepatites B e C, sífilis e HIV – que em nenhuma circunstância será compulsória. Esta recomendação tem como objetivos não só o diagnóstico dessas infecções em tempo oportuno, mas também reforçar a atuação do profissional na prevenção.

Fonte: CFM

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