Insulina inalável pode substituir injeções para diabéticos

Saúde define lista de doenças e agravos de notificação compulsória
15 de setembro de 2014
O que o seu plano deve cobrir?
17 de setembro de 2014

15/09/2014

Novo método para controle glicêmico foi aprovado pela Agência de Alimentos dos Estados Unidos (FDA)  e testado em mais de três mil pacientes portadores de diabetes tipo 1 e 2. Ainda não há previsão para a venda do medicamento no Brasil. 

Os diabéticos já tem outras opções no mercado que vão além das injeções de insulina. A Agência de Alimentos dos Estados Unidos (FDA) aprovou a comercialização da insulina inalável. No método que é de ação rápida a substância chega à corrente sanguínea em cerca de 12 minutos após o uso. Porém, ainda não há previsão para a venda do novo medicamento no Brasil.

 Para utilizar, o paciente deve inalar o pó por meio de um pequeno compartilhamento que lembra inaladores usados por portadores de asma. Após a ingestão, a substância atinge o pulmão e se dissolve, para então passar para a corrente sanguínea. “Apesar disso, a FDA adverte que o medicamento deve ser utilizado em combinação com uma insulina de ação lenta em pacientes com diabetes tipo 1 e não é recomendado para fumantes”, alerta Cristina Magro Faidiga, médica endocrinologista da Unimed Costa Oeste. 

 Conforme a especialista, em 2006 foi lançada e já esteve disponível no Brasil uma insulina inalável, que foi administrada em pacientes com diabetes tipo 1, porém retirada do mercado um ano após o lançamento.


Mais sobre o diabetes

O diabetes é uma doença causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que tem como função quebrar as moléculas de glicose, para transformá-las em energia.

“Algumas pessoas apresentam resistência a esse hormônio e têm dificuldade de executar o processo, por isso o açúcar se acumula na corrente sanguínea, no caso do diabetes tipo 2”, explica a especialista. A organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 347 milhões de pessoas são atingidas pelo diabetes no mundo, porém a disfunção não prejudica as atividades cotidianas caso seja controlada adequadamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 347 milhões de pessoas são atingidas pelo diabetes no mundo, porém a disfunção não prejudica as atividades cotidianas caso seja controlada adequadamente.

Tratamento

O tratamento do diabetes consiste no controle da glicemia, a fim de evitar possíveis complicações da doença, como: problemas na visão, pés, rins, nervos, além do aumento de problemas cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). “Após o diagnóstico da doença, o controle deve ser feito pela verificação da glicemia diariamente, por meio de glicosímetros, onde o paciente fura o dedo com uma agulha e coloca o sangue em uma tira reagente que é inserida no aparelho”, explica a médica.

Além disso, os portadores da doença de tipo 1 devem tomar insulina diariamente antes das refeições e seguir as orientações médicas por toda vida, já que a diabetes é uma doença crônica e não tem cura.

Sobre a Unimed Costa Oeste

Presente em 83% de todo território nacional, a Unimed é a maior rede de assistência médica do Brasil. Com 29 anos de história, a Unimed Costa Oeste tem como objetivo zelar pelo bem estar e saúde de seus clientes. Focada no desenvolvimento da qualidade de vida à comunidade, atua em projetos de responsabilidade social por meio da dança, teatro e de encontros voltados às crianças, idosos, gestantes, hipertensos e diabéticos. Desde 2001, mantém o Selo de Responsabilidade Social.

Fonte: Assessoria de Imprensa / MMatsuo

× Converse pelo WhatsApp Available from 08:00 to 18:00